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Rabu, 18 Februari 2015

Minha Argentina Patagônica...

A Argentina é um lugar belíssimo, com uma cultura gastronômica marcante, e cenários muito propícios para o montanhismo em suas diferentes formas. Passei alguns dias na sua parte que pertence à região patagônica, lugar único e que inspira à muitos.

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Chegada na cidade de El Chaltén, Argentina

Chás de aeroporto - infelizmente ruins pelo seu preparo

Para chegar em El Chaltén (meu destino final) na Provínicia de Santa Cruz, meu vôo fez uma conexão em Buenos Aires e cheguei a El Calafate - de onde sai o ônibus para Chaltén. Em El Calafate eu e meu marido descansamos um pouco e demos uma volta nesta pequena e turística cidade. 

Arbusto da planta frutífera Calafate (Berberis microphylla), que está por todos os lugares da região

A cultura do chá é forte em toda a Argentina, resquício de sua colonização européia e herança dos povos primitivos que enraizaram o consumo da erva-mate no país. Seu clima friozinho também ajuda a cultura da bebida. Foi bem fácil encontrar casas de chás em todos os lugares por onde passei. Em El Calafate busquei esta fábrica de chocolates que se chama Ovejitas de la Patagonia, que possui uma casa de chá, e lá tive o melhor alfajor de todos os tempos: recheio de Calafate (frutinha da região que deu o nome à cidade - Berberis microphylla) e cobertura de chocolate branco - o local é simples, o chocolate é bom e a faixa de preço é média. O Chá que tomei em questão era uma infusão com a fruta Calafate, rosa mosqueta e mais alguns ingredientes que não me recordo. Bem saborosa, a frutinha é azedinha e terrosa, com o adocicado da rosa, ficou bem equilibrado e combinou muito com o alfajor da mesma fruta.

Hora do chá nas Ovejitas de la Patagonia, El Calafate

Com energias recobradas após uma boa noite de sono, seguimos para El Chaltén. A cidade é relativamente nova, este ano completa 30 anos de existência, e foi criada em meio à disputas territoriais de borda com o Chile, atendendo a parte turística da região e estabelecida como a capital nacional do trekking. A parte boa além do trekking são as escaladas. É ali que encontramos o Cerro Torre e o Cerro Fitz Roy, montanhas desejadas por muitos escaladores do mundo todo. A dificuldade técnica limita e seleciona naturalmente os que conseguem escalar nesta região pois seu tempo inóspito com janelas bem definidas (as ventanas), influencia na logística e preparo das empreitadas à pedra, em uma escalada de alto comprometimento. Felizmente fomos apenas pela beleza do lugar, e escalamos a modalidade que mais praticamos atualmente, o boulder, com seus seguros blocos baixos espalhados por todos os lados.

Uma das belas vistas encontradas em El Chaltén a partir de um setor de escalada

Escalando no setor Madsen. Foto: Cláudio Brisighello

Cláudio escalando com os hermanos internacionais, bloco da Vaca Muerta

Mesmo a cidade de El Chaltén sendo pequena, há opções de restaurantes, mercados, etc. Um lugar que adotamos foi o café Mathilda, na rua principal. O local tem wi-fi estável (acredite, isso é difícil por lá) e possui uma carta de chás além de uma variedade de doces incríveis. Na carta de chás você encontra de oolong a pu'er, todos como blends da casa (faixa de preço: US$3). Tomei um chá preto com café e baunilha que foi sensacional, um dos melhores deles em conjunto com o Chai. Comemos um cheesecake que tinha Calafate na cobertura e uma torta brownie com doce de leite, todos impecáveis. 

Hora do chá na Mathilda, El Chaltén

Independente do restaurante, é muito recomendado experimentar o cordeiro patagônico (faixa de preço: US$20). Cozinha local e tradicional, você encontra a carne em muitos estabelecimentos, em preparos diversos. Experimentei a versão do cordeiro mais tradicional possível, como na foto abaixo, em conjunto com batatas fritas. A carne é muito saborosa e macia, foi uma ótima experiência para o paladar.


Cordeiro no El Viejo Nando

Existe uma sorveteria artesanal na cidade com um dos melhores sorvetes de doce de leite do planeta, o Domo Blanco (faixa de preço: US$4). O sabor de doce de leite no sorvete é muito intenso e ainda, de quebra, possui pequenos chocolates recheados com mais doce de leite na massa. Vale muito a pena! Também vale a pena experimentar todos os alfajores existentes na Argentina - muitos estilos, recheios, etc., não tem como não achar um para chamar de seu favorito!

Sorvete do Domo Blanco: doce de leite em cima e Calafate embaixo!

Alfajores caseiros


Foto geral da cidade de El Chaltén

Nos dias em que não escalávamos, caminhávamos. O Parque é extremamente lindo e vale cada quilômetro a mais de caminhada para chegar nos mirantes e lagos e etc. Fizemos todas as trilhas menores e ficávamos com o coração preenchido ao ver tanta beleza. A água era a mais limpa que vi em toda minha vida e sua beleza parecia intocável. 

Mirante do Cerro Torre

Início da trilha para o Laguna Torre

Neneo, arbusto resistente ao vento e clima inóspito de Chaltén, 

A água totalmente límpida da cachoeira Chorrillo del Salto

Fim da tarde na cidade

Mais uma visão do Cerro Torre

Vista da estrada na saída de Chaltén

Fazia tempo que não ficava tão longe de casa e isso pesou bastante nas boas memórias que levarei desta viagem. Foi muito enriquecedor, cada experiência, cada pessoa que conhecemos, cada sabor novo, enfim. Em vários momentos, o mergulho em meio à natureza me fez lembrar aqui de casa e meus pensamentos não poderiam deixar de dizer, como São Bento também é bom! 

Chalten'
Rio de Las Vueltas

O blog ficou um pouco parado devido à viagem (mas o instagram não parou, não esqueçam de espiar por lá também!) e tenho tantas novidades para escrever, vamos ver se consigo um pouco de tempo nas próximas semanas. 

Hasta luego!

Kamis, 17 April 2014

Escalada: Lesões

Quem escolhe um esporte sabe que um dia pode acontecer aquilo que mais tememos, nos machucar praticanto a atividade que mais gostamos. Com a escalada não é diferente. Muitos movimentos repetitivos, treinamentos de força, movimentações novas a cada momento... tudo pode contribuir se o seu corpo não está devidamente preparado.

Meus dedos - instrumentos valiosos na escalada

Minha primeira lesão quando comecei a escalar em 2008 foi no cotovelo, a clássica epicondilite. Depois, em um campeonato, caí sem estabilidade e torci o tornozelo. Fora isso sempre foram coisas mais contidas, um mal jeito no ombro, no outro tornozelo, uma fisgada no quadril, uma pequena estirada na perna e assim fui seguindo. Um dia, já forçando meus dedos, rompi parcialmente uma polia, demorou 2 meses para que ela ficasse inteira de novo e foi, praticamente, a minha lesão mais séria até então.

Epicondilite remediada com tensor em 2008. Foto: Cláudio Brisighello

Alguns anos se passam (e olha que nem são muitos) e o corpo vai progredindo com o desenvolvimento da escalada, vamos cada vez apertando mais forte. Eu escolhi inconscientemente um estilo de escalada que dependia muito dos meus dedos, sempre com a desculpa que por conta do meu tamanho (1,58m) eu tinha de me jogar nas agarras para alcançá-las e como sou leve, eles aguentariam o tranco. Muito mais simples pensar assim do que trabalhar o corpo como um todo. Porém, hoje sinto o reflexo desta escolha: pequenas artroses nos dedos das duas mãos, que me impedem de morder qualquer agarra de pega aberta, além de um desgaste na lombar de outrora, coisa postural - certamente de anos sentada no computador e uso de salto alto 24h quando trabalhava em escritório - Ah sim, existiu este tempo.

Quando a gente senta para refletir as escolhas, percebe que nem sempre o caminho mais curto é o melhor. Estou tentando reaprender a escalar agora para preservar os meus dedos, focando no corpo todo, aprendendo a tensionar meus outros músculos para conseguir estruturar uma pega consciente. A idade também se torna uma amiga, nos dando consciência corporal e nos ensinando a ouvir melhor as nossas dores, determinando os limites e a hora de forçar melhorias.

A escalada é uma ferramenta incrível para nosso amadurecer pessoal, sou muito grata por isto, trabalhando meus problemas de forma consciente e mantendo o foco no objetivo maior que é poder escalar para sempre! Sem quantidade nem dificuldade, apenas escalar.

Beleza interior :-)

Caso algum escalador se identifique com o meu problema de dor nas juntas dos dedos, eu recomendo este artigo (em inglês) da revista americana Rock and Ice. Ele mostrou-se bem efetivo para meu problema, sendo os principais fatores controlar o inchaço, escalar leve até a recuperação total (utilizo esparadrapo para limitar os movimentos) e fortalecimento dos dedos com a reeducação da pega, além da construção de um core. Fiquei um mês parada na fase crítica de dor e voltei a escalar aos poucos. Agora que estou em uma fase estável, comecei a fazer dead hangs básicos, muitas vezes com os pés apoiados, e exercícios de fortalecimento de core.

Acima de tudo, fortaleça a sua mente e aprenda com os possíveis erros que aparecem no caminho sabendo que aceitá-los vai te fazer um escalador muito melhor.

(E a consulta de um médico é sempre indicada, antes de mais nada!)

Boas escaladas!!!


Senin, 09 September 2013

Escalada: Momentos

Alguns registros (meus e outros roubados de amigos) a se compartilhar, quando vejo que a escalada não é apenas um esporte, seus momentos nos proporcionam algo muito além disso:

 Pessoal reunido em uma sessão de boulder e o Fidel relaxando em seu passeio pela natureza.

Do you spot me?
Théo escalando e Lia dando a segurança para o irmão. Foto do pai: Taka.

Yuri no Cofrinho do Panda - Setor Rubinho
Uma das poucas fotos que possuo escalando com o meu maior parceiro. Foto: Taka.

Luisa
Pequenica Luisa, desde já conhecendo a natureza com os pais.

Enfrentando as alturas. Foto instagram: Thais Makino.

Thais, fotografando tudo enquanto se recupera de uma lesão (já já melhora!).

Amigos até na hora do maior perrengue do setor Rubinho :-)

Senin, 29 April 2013

Escalada: A base da motivação

Fazem 4 anos que eu pratico escalada, esporte para uns e estilo de vida para muitos outros. Cada pessoa se encaixa nesta atividade conforme motivação e personalidade, e busca através dela um objetivo. Eu escalo por alguns fatores, sendo o mais marcante além do auto conhecimento físico e mental, o enorme contato e vivência dentro da natureza. Dentre os esportes, não é muito corriqueiro existir atividades que dependam 100% de um ambiente natural para serem praticados. Constroem-se quadras, fabricam-se piscinas... e nós escaladores e montanhistas, adentramos as florestas em busca de boulders, falésias e montanhas.

Parque Nacional da Serra do Cipó. Foto: Cláudio Brisighello

Um braço da escalada é a sua prática indoor, em ginásios específicos com seus muros e agarras de resina. É neste espaço em que a parte atlética desta atividade se forma e o espírito esportivo ganha as competições, altamente importantes na sua representação lúdica dentro da sociedade. Quando fazemos a transição do ginásio para a rocha natural, é necessário abster-se de alguns valores da competição e ganhar valores comportamentais, pois a entrada no ambiente natural carece de cuidados: adaptamo-nos à natureza e não o contrário. Devemos prestar atenção às suas cores, texturas, cheiros e o seu silêncio.

São Carlos V7 @ Vista Aérea by Claudio Brisighello, on Flickr
Sessão de boulder. Foto: Cláudio Brisighello

A teoria soa muito bem mas sabemos que a realidade nos dias atuais é um pouco diferente. Pode ser um reflexo da sociedade moderna, sempre atrás de resultados quantificados. Aprendi durante esses anos como é importante valorizarmos os processos, muito mais que os resultados. A experiência, em conjunto com uma mente aberta, é um fator muito importante para conseguirmos nos transformar de forma positiva, buscando e colocando energia onde nos falta equilíbrio. A formação de uma base é sempre muito importante para a evolução pessoal de forma sólida, evitando falsos sentimentos criados pelo ego.

Abaixo, selecionei textos de vozes mais experientes que conseguirão transmitir de forma pontual a verdadeira motivação por detrás de tantos anos de experiência dentro do montanhismo:

Fred Nicole, 42 anos, escalador suiço com grandes ascenções na modalidade boulder:
"Não é sobre a dificuldade de uma escalada, é sobre a sua experiência completa."

Lynn Hill, 52 anos, uma das melhores escaladoras do mundo:
"Primeiro e antes de tudo, meus projetos (de escalada) têm de ser motivados por objetivos pessoais. Então eu me pergunto: Ele é possível? Qual benefício eu irei absorver disto tudo? Para lhe dar um exemplo, na prática de boulder - que eu considero a essência da escalada - minha altura é uma desvantagem clara, ao ponto em que algumas vezes eu sequer alcanço a primeira agarra. Mas (ela adiciona com um sorriso - nota do editor) o grau não é importante; a experiência tem de ser significante. Este é o conselho que eu gostaria de deixar."

Reinhold Messner, 68 anos, renomado montanhista italiano:
"Quando eu perdi sete dos meus dedos dos pés em Nanga Parbat e pequenos pedaços das pontas dos dedos das mãos, eu sabia que nunca seria um grande escalador de rocha. Então eu me especializei na escalada de altitude (alpinismo). É um jogo totalmente diferente. Eu desenvolvi essa paixão por 15 anos e isto tornou-me até um pouco intolerante no meu desejo por picos de oito mil metros. De certo, é parcialmente minha culpa que hoje os picos de oito mil metros são algo especial. Para ser honesto, eles não são tudo isso (...) Eu fui o primeiro homem a escalar os 14 picos mais altos do mundo sem oxigêncio suplementar, mas eu nunca me questionei o quão alto gostaria de ir, somente como eu o faria. Escalada é mais arte do que esporte. É o estético de uma montanha que me impulsiona. A linha de uma via, o estilo de uma ascensão. É criatividade." 

Yuji Hirayama, 44 anos, notável escalador japonês, praticante de várias modalidades :
"(...) números são importantes mas não tão importantes! Eles são apenas um aspecto da escalada. Existem muitas outras coisas importantes neste esporte e o que é interessante é como um escalador entende e expressa isso. Números, às vezes, escondem importantes e interessantes fatos, então nós não devíamos focar muito em um grau ou em número de tentativas. Para mim, pessoalmente, o que eu gosto é o que você imagina de uma via, o processo que você passa para escalá-la, sua motivação.
O que também é importante é que às vezes a graduação é uma indicação, mas ela realmente significa muito pouco (...)"


John Gill, 76 anos, considerado por muitos escaladores, o inventor da modalidade boulder:
"O influxo das massas degradará muitas atividades esportivas. O que se torna popular e saturado é banalizado pela influência da mídia. Não estou dizendo que os padrões não aumentarão, pois eles certamente irão, com muitos mais participantes capacitados; mas é um aumento de padrões indo de V12 ou V13 por exemplo, realmente parte do ato da escalada? Ou isto não é tão somente uma característica comum de todas as competições atléticas? Você escala; você aprende a graduação; você acha o seu nível de escalada; você tenta avançar para o próximo grau, sem focar inteiramente na escalada mas na sua representação numérica. Tais graduações não são naturais da rocha - elas são socialmente construídas. 'O rabo abana o cachorro'. Além do mais, os esquemas de graduação são sempre falhos. Eu não posso mais imaginar onde a genética termina e a dificuldade começa. Você pode? A verdade é que cada ato de escalada por um indivíduo é um ato único, sem relação com a performance de outra pessoa na mesma pedra. Quando você verdadeiramente entender isto, você se libertará da forte corrente da prática e filosofia convencional e apreciará a simples, inexplorada experiência da escalada."

Seu Vilmar by Claudio Brisighello, on Flickr
Escalada em falésia. Foto: Cláudio Brisighello

Fontes:
http://www.guardian.co.uk/world/2003/mar/30/everest.magazine; http://www.theshortspan.com/features/johngill.htm;
http://www.planetmountain.com/english/News/shownews1.lasso?keyid=36986; http://www.planetmountain.com/english/News/shownews1.lasso?l=2&keyid=37660;

Sabtu, 13 April 2013

Escalada: 2012 AKIRA @ SBS

Jumat, 11 Mei 2012

A temporada chegou... que tal um Masala Chai?

Agora não há mais dúvidas, a temporada do friozinho chegou!

Esta temporada é ótima para escalar e, claro, para tomar uma boa xícara de chá. Eu particularmente sinto que o outono, com este clima ameno, faz prestarmos mais atenção aos sabores postos em uma xícara uma vez que só o fato do chá ajudar a nos aquecer, ele nos proporciona tamanho prazer.

Hoje vou falar de um chá muito bom para aquecer o corpo e a alma, o Masala Chai (vocês podem tê-lo conhecido como "Chai Latte", que é o termo americano). A origem tradicionalíssima deste chá vem da Índia, onde ele é bem popular e encontrado facilmente em muitos estabelecimentos. A palavra "masala" (muito usada na cozinha indiana em geral) significa a mistura de uma variedade de especiarias e neste caso do chá, eu sinto que o Cardamomo faz um papel fundamental:

Cardamomo

Aparentemente existem três tipos de cardamomo divididos por região de cultivo, mas o verde (foto acima) é o mais comumente utilizado sendo uma especiaria muito cara, perdendo somente para o açafrão e a baunilha. Aqui no Brasil eu o encontro na Zona Cerealista de São Paulo, sendo 100 gramas em torno de R$13 (e eu aconselho comprá-lo ao encontrá-lo pois em algumas temporadas esta especiaria some do mercado - e 100 gramas é suficiente para muitos bules de Chai). Ah sim, e prefira comprar a fruta inteira ao grão triturado para conservar por mais tempo seu sabor.
 
Masala Chai

Vamos à receita:

Masala Chai do Chá, Arte & Vida!
(serve duas xícaras)

1 xícara de água
1 xícara de leite
3 colheres de chá de chá preto
1 colher de chá de gengibre moído
3 frutos de cardamomo
2 grãos de pimenta do reino
2 cravos da índia
1/2 colher de chá de canela em pó
açúcar a gosto

Misture a água e o leite em uma panela e ferva. Adicione os temperos (previamente macerados) e em fogo baixo, misture até que tudo tenha se dissolvido bem. Mexa por 2 minutos e adicione o chá preto. Desligue o fogo e aguarde três minutos antes de coar. Sirva e deixe o açucareiro à disposição para que as pessoas adocem como preferirem (lembrando que as especiarias casam muito bem com o açúcar, ele é praticamente um must neste chá).

Um conselho que dou em relação ao chá preto é que ele tem de ser bem forte. Testei com o nacional Ribeira, e apesar dele ser muito bom solo, no Masala ele se apresentou muito suave. É importante você ter um chá preto inglês ou indiano para a receita ficar com sabor e coloração (caramelo) perfeita.

Bom friozinho para todos! 

Selasa, 21 Februari 2012

"Begin it now"

Yuri @ Força de Gaia

“Until one is committed, there is hesitancy, the chance to draw back. Concerning all acts of initiative (and creation), there is one elementary truth, the ignorance of which kills countless ideas and splendid plans: that the moment one definitely commits oneself, then Providence moves too. All sorts of things occur to help one that would never otherwise have occurred. A whole stream of events issues from the decision, raising in one's favor all manner of unforeseen incidents and meetings and material assistance, which no man could have dreamed would have come his way. Whatever you can do, or dream you can do, begin it. Boldness has genius, power, and magic in it. Begin it now.

- William Hutchinson Murray (1913-1996), do livro The Scottish Himalayan Expedition

Kamis, 15 September 2011

Ando ocupada...

... e o motivo:


Quem puder vir, que venha!

Minggu, 17 Juli 2011

De volta aos boulders!

"Junta e pow"

Tinha esquecido como fazer boulder deixa a gente quebrado no dia seguinte...

Na foto do Cláudio, Paulinha no "Junta e Pow". Pedra lindona, não? E, aproveitando para incentivar a mulherada que tem interesse em escalar, saiu a matéria "As meninas da pedra!". Boa leitura!

Minggu, 29 Mei 2011

Voltando a escalar...

Após mais de um ano sem fazer atividades físicas (tirando enxadar, cavar, etc.) finalmente estou voltando à prática da escalada, atividade e filosofia fundamental na minha vida. Quando resolvemos mudar para o campo, tive de sacrificar muitas coisas pois um bem maior tomou conta dos meus dias. Acompanhar construção, botar a mão na massa, organizar uma mudança, tudo isso ocupa 100% do tempo e da mente. Como escalar também requer uma certa dedicação, voltamos só agora, eu e meu marido, com muito mais vontade!

Para podermos treinar e também aproveitar os dias chuvosos, construímos um murinho de escalada aqui no ranchinho. Deu um trabalhão, nosso amigo Gabriel deu uma força totalmente fundamental para isso acontecer, e finalmente ele saiu do projeto:

My woody

Eu fiz as pinturas e o forro do teto, além de carregar e segurar muita madeira.

Arte no murinho de escalada

E por conta disto, agora também teremos posts sobre escalada rolando por aqui. Gostaria de compartilhar alguns desses meus bons momentos com vocês (lembrando que qualquer coisa é só clicar nos Marcadores ao lado para acessar somente o assunto desejado).

Mais um ciclo se inicia, boa escalada à todos!